eLivros
Li dia desses que o Google queria comercializar ebooks, com o apoio das editoras independentes, que perdiam força frente às grandes lojas que vendem livros a preços de banana na internet. É interessante tentar contribuir para o fortalecimento das pequenas editoras, mas a questão é: que moda de ebook é essa que se aproxima??
Não consigo entender como alguém pode preferir um ebook a um livro normal. Mesmo com um Ipad ou um Kindle da vida deve ser desconfortável ler o livro numa tela, num arquivo de Word, ou no máximo em um PDF. Livro não precisa de bateria pra funcionar, nem incomoda com os reflexos da luz batendo nas páginas. Livro pode ser lido em qualquer lugar sem medo que alguém vá te roubar. É bem mais gostoso virar uma página do que descer o scroll da tela. Além da vantagem de armazenamento de milhares de livros num chip de 2 cm, porque a preferência por eles? Será que no futuro o ebook vai bombar a ponto de desbancar livrarias reais e jogar os livros de verdade pra escanteio? Difícil, já que estão alardeando que a internet vai acabar com o jornal de papel há anos e até hoje não vi nenhum sair de circulação. Mas caso a previsão se realize, como seria?
- As empresas de marcadores de páginas seriam as primeiras a sentir o golpe.
- As crianças abandonariam as mochilas pesadas que nos acompanhou por anos em nossa saga escolar. Bastará levar um tablet com os arquivos de todos os livros escolares, bem como um programa de editor de texto pra fazer as anotações.
- A Bienal do Livro vai reduzir drasticamente de tamanho, já que os estandes não precisaram ser grandes para suportar todos os livros que geralmente levam para vender. Bastará alguns dispositivos com bluetooth para transferir o ebook para o aparelho do cliente.
- As estantes serão móveis obsoletos, a menos que sejam usadas para decoração apenas. Isso facilitará as mudanças, já que não será mais necessário empacotar pilhas e pilhas de livros.
- A expressão “livro de cabeceira” perderá o sentido. Aliás, ninguém mais usará a palavra “livro”.
- As bibliotecas e livrarias terão que ser remodeladas. Em vez de prateleiras, computadores. Os funcionários serão substituídos por um simples CTRL+F.
- Acabaria essa história de Versão de Colecionador. Capa dura, ilustrações feitas a mão, lombada caprichada e outros requintes seriam coisas do passado.
- Sebos perderiam a razão de existir. Não existe ebook de segunda mão.
- Livros seriam peças de antiquários e, no máximo, de museus. As crianças olhariam espantadas para aquele tijolo cheio de folhas, da mesma maneira que olham hoje para uma máquina de escrever. E até a última geração de livreiros já terá se esquecido como se folheia um desse exemplar.
Torço mesmo!!!
De quatro em quatro anos eu redescubro o futebol. Os campeonatos brasileiros não me atraem em nada: são só times regionais, nacionais ou locais jogando, não tem graça. Nunca sei quais são os times que vencem, que perdem, que caem para a segunda divisão. Nunca sei os jogadores, ou qual o campeonato que está sendo disputado.
Mas a Copa do Mundo é diferente. A Copa do Mundo é disputada por nações! São países jogando um contra os outros! E nessa época não perco jogo algum! Torço mesmo! Comemoro quando o Brasil ganha, xingo o juíz, torço contra os times que quero que percam! Tá, não entendo muito de futebol nem tenho prioridade alguma pra dizer muita coisa, mas eu aprendo rápido! Até consegui ver o impedimento do argentino no jogo contra o México! =p
E não me importo quando dizem que Copa é só “pão e circo”. É mesmo, ué, mas e daí? Todo mundo se diverte, ao menos durante um único mês, de quatro em quatro anos. Não é tanta alienação assim.
E também não me incomodo de ser chamada de patriota de ocasião só porque quis usar uma camisa do Brasil em dias de jogo. Não faz sentido ser tão ufanista em outras épocas em que o Brasil não disputa nada. Nem em guerra o país entra! Vou torcer o que então? Só me resta torcer na Copa!
Além do mais, quem já morou fora do país sabe: nossa pátria sempre será motivo de orgulho, mesmo quando ela vai de mal a pior. Não tem nada melhor do que dizer “I´m from Brazil” pros gringos. Ok, exagero, mas garanto que dá um certo orgulho sim.
Atualmente acho que essa história de Copa e Olimpíadas vai ser a maior furada pro Brasil, mas confesso que fiquei emocionada com o vídeo do Rio de Janeiro para concorrer à sede das Olimpíadas. Assim como me amarrei na música da Coca Cola para esta Copa.
Portanto, é isso: Copa? Torço mesmo!
Terceirizando a culpa
Estou fazendo uma viagem ao Canadá junto com agentes de viagens e mais um jornalista a convite da Air Canada, de algumas cidades canadenses, uma agência de receptivo e uma rede de hotéis. Nessa viagem passamos por Toronto, Ottawa, Quebec e Montreal.
Logo o primero hotel, em Toronto, uma das agentes esqueceu no quarto dois casacões e só lembrou quando estávamos no ônibus a caminho de Ottawa. A guia que nos acompanha ligou para a empresa de receptivo para a qual trabalha para que eles ligassem para o hotel e pedissem para que o casaco fosse enviado para Montreal, nosso último destino. Várias ligações e mal-entendidos depois, fomos informados que os tais casacos sumiram, que não foram encontrados no hotel. A moça que perdeu os casacos ficou bastante chateada e houve uma discussão sobre o que teria acontecido com as peças de roupa. A guia continuava fazendo o seu trablho de explicar as coisas da cidade e mostrar mapas, enquanto a tal agente ficava emburrada, ignorando a guia, como se ela fosse culpada pelo sumiço da roupa.
Pois bem, achei tal atitude extremamente infantil. De onde a agente tirou que a culpa era da guia? Assim que ela se deu conta que tinha esquecido os casacos, a guia prontamente ligou para a empresa. E mesmo que a culpa fosse dela, no que iria ajudar ficar emburrada? Só crianças agem assim.
Mas o que me impressiona é a agente não se colocar como a primeira culpada desse rolo todo. Claro que é normal esquecer coisas, ainda mais quando temos um horário corrido. Eu vivo esquecendo coisas, e já esqueci também um casacão em um hotel uma vez. Mas antes de culpar os outros quando não acho meus pertences, eu culpo a mim mesma. É muito fácil culpar os outros por erros que inicialmente foram seus. Claro que espera-se que as pessoas tenham boa vontade para te ajudar a encontrar o objeto, e que sejam honestas o suficiente para que não roubem suas coisas. Mas terceirizar a culpa dessa forma acho abominável.
Se isso tivesse acontecido comigo, eu estaria muito zangada com o hotel por terem perdido meus casacos, mas estaria ainda mais zangada comigo por ter sido tão desatenta. Claro que há erros e erros. É muito mais grave alguém roubar um objeto ou tratar a situação com descaso do que esquecer o tal item, mas o quero dizer é que o erro do outro só acontece porque você cometeu um erro em primeiro lugar. Ou seja, o hotel, ou seja quem for responsável plo sumiço dos casacos deve ser responsabilizados e arcar com os prejuízos, mas a pessoa que os esqueceu não pode se eximir da culpa completamente, como as pessoas geralmente fazem. É fácil demais terceirizar a culpa.
Que mundo é esse?
Ontem estava passando na rua quando um senhor, de aparência bem humilde, me para na rua pedindo dinheiro para comprar comida. Fiquei com pena dele, parecia perdido, muito humilde mesmo, dizendo a verdade. Mas eu não tinha dinheiro trocado, só notas grandes. Então, como estávamos perto de uma padaria, me ofereci para comprar um lanche pra ele. Eis que ele responde:
- Não é pra mim, é pra minha família… estamos aqui há dias, queremos ir embora e não temos o que comer.
Então eu, solícita, me ofereço para comprar alguns mantimentos, como pão, bolo, biscoito etc. E o cara me responde:
- Não, nós comemos no bandejão… no restaurante do Garotinho, de R$1…
(Eu nem sabia que esse restaurante ainda existia). Falei de novo que não tinha trocado e insisti na compra dos alimentos, o que ele continuou recusando e dizendo que “qualquer 1 real servia”. Eu falei que sentia muito, mas não tinha e fui embora.
Poxa, fiquei pensando nisso depois. O cara não parecia um drogado, bêbado ou marginal. Era um senhor já de idade, muito muito humilde. Eu acho que já tinha visto ele antes por aqui. Eu realmente pretendia ajudá-lo, mas pô, devia ter algo de errado! O cara me chega falando que a família está passando fome, eu ofereço comida e ele recusa, pois prefere dinheiro? Aliás, preferiu ficar sem nada do que com a comida! Sinceramente, se ele queria o dinheiro para outra coisa além de comida, me surpreendeu, pois não parecia o tipo.
Ou seja, o que há de errado com o mundo? Quando alguém te para na rua pra pedir algo, você acredita, ou isso, há essa altura do campeonato, não deve ser mais levado a sério? Que tristes são os dias de hoje!
Marcadores Magnéticos a venda!!!
Dia desses ganhei um marcador magnético do tio do meu namorado. Eu adorei, pois era algo que tinha me encantado há um tempo atrás. Eu lembrei que, na primeira vez que vi um desses, decidi fazer um pra mim. Peguei aqueles imãs de farmácia com calendários, arranquei o imã, colei numa cartolina e na frente, enfeitei com um desenho dos Beatles que eu recortei de uma revista. Encapei com o papel contact e pronto, ficou lindo!
Eu adoraaaava meu marcador magnético dos Beatles made by me, mas com o tempo, ele acabou se perdendo. Como eu disse, ganhei um novo recentemente, e tive a idéia de fazer de novo um marcador. Com uma onda de vender artesanato via web (especialmente pelo orkut) pensei “porque não?”
Comprei folhas de imãs adesivadas, papel glossy, fiz umas (cof cof) artes no photoshop e imprimi minhas primeiras mercadorias!
A qualidade não ficou lá essas coisas… mas vamos lear em conta que eu além de ter imprimido em uma impressora jato de tinta caseira, ainda, péssima designer que sou, nem me lembrei de deixar os arquivos em uma resolução decente.
Masnão ficaram de todo mal! Alguém quer comprar?
Deixem as formigas em paz!!!
Quando entrei no Orkut, em 2004 (ulálá, quanto tempo!), minha diversão preferida (e de muitos outros usuários) era procurar comunidades legais que tivessem a minha cara, ou que fossem inusitadas. Nessa busca, achei uma que me deu uma alegria imensa: Deixem as formigas em paz! A alegria foi por saber que eu não era a única que admira as formigas, faz de tudo para evitar matá-las e sente uma dor no coração quando alguém as mata de propósito.
Não sei bem o porquê dessa simpatia com as formigas. Lembro que quando era criança, e morava em uma casa em Teresópolis, eu adorava ficar no quintal observando as formigas e brincar com elas. Eu pegava as bichinhas na mão, colocava numa caixinha, dava nomes e tentava alimentar com açúcar, achando que elas iriam comer os grãozinhos. Eu tinha o maior cuidado ao fazer essas coisas. Nunca as machucava, e se por acaso eu machucasse, me sentia mal. Eu tinha o maior jeito para pegar formigas ariscas!
A adoração pelas formigas continua até hoje. Minha casa deu pra ter formigas andando pra todos os lados, especialmente na cozinha e áreas próximas. Se fossem baratas eu estaria tendo um treco e espirrando veneno aerosol por toda parte. Mas como são formigas (tamanho médio), eu nem ligo. De fato até gosto de vê-las passeando pela casa. Ok, sei que insetos são nojentos, são pragas, picam e etc, mas cara, são formigas! E para mim, formigas são amigas. Não tenho nojo, não tenho raiva. Eu simplesmente gosto delas.
Infelizmente as pessoas daqui de casa não pensam assim e por várias vezes escuto o borrifar do inseticida nas pobres formigas. Como sei que defendê-las não daria certo e eu não seria compreendida, eu finjo que não vejo, pois realmente me dói saber que as formiguinhas estão morrendo.
Formanda a beira de um ataque de nervos
Atendente de telemarketing, trânsito, obras… nada disso estressa mais do que ser da Comissão de Formatura!
Comissão de Formatura é ter que madrugar em dia de reunião com a empresa que organiza a formatura, é ter que chegar atrasada no trabalho e passar o dia sem almoçar. É pegar 3 ônibus para ir do local da reunião até seu local de trabalho e chegar esbaforida.
Comissão de Formatura é arcar despesas, é aturar formando mala, é contar até 10 antes de explodir com alguém, é ter problemas pra resolver toda semana.
Comissão de Formatura é discutir via email, é gastar crédito do celular ligando pra pessoas que não respondem emails, é ser babá de aluno. É ter que decidir coisas sem poder consultar todo mundo, e ainda ouvir reclamações do seu trabalho. É ter que convencer pessoas a vender rifas sem reclamar.
Ser da Comissão é ser obrigada a ser simpática e compreensiva, é passar dias pendurada no telefone para falar com a empresa que organiza a formatura, é ter que coinciliar datas com todo mundo.
Graduation is hell!
Miojo com ervilhas – a missão
Hoje fui no supermercado comprar ervilhas. Por que queria comer miojo, e miojo só com ervilhas. E com caldinho. Não precisa ser muito, mas miojo seco não rola.
Enfim. Fui no mercado e pasmem: não tinha ervilhas!! Tinha milho do chão ao teto, mas ervilhas, nada.
Mentira, tinha sim. Tinha uma marca francesa (!), 3 vezes mais caras do que as nacionais tradicionais. E elas ainda eram diferentes, estranhas, menores do que o normal. Mas fui obrigada a levar uma latinha delas, afinal, miojo, só com ervilhas. E caldinho, por que miojo seco não rola.
Sobre viagens e press trips
Eu explico: Press Trips são literalmente viagens de imprensa. É quando uma empresa, órgão, entidade ou instituição convida um grupo de jornalistas para apresentar algo ou algum lugar com o objetivo claro e óbvio de inserir este algo ou lugar na mídia.
Pois bem. Press Trips são legais, pois é uma forma deu conhecer lugares que não teria condições financeiras para ir, ou se tivesse, não seriam minha prioridade. Porém, e sempre tem um porém, press trips não são a oitava maravilha do mundo. Como os organizadores querem mostrar o máximo possível no menor tempo possível, o resultado são roteiros loucos, que deixam os jornalistas bem cansados no final do dia. E não esquecendo, apesar dos passeios, nós vamos nessas viagens a trabalho, ou seja, muitas vezes temos que chegar cansada no hotel e ainda escrever matéria para enviar para o jornal. Já deixei de aproveitar muitas noites em viagens de trabalho por estar bastante cansada e ter a obrigação de mandar alguma coisa para o jornal. Isso sem falar em sair carregando câmera fotográfica pesada, bloquinho e caneta para registrar tudo. Se a concorrência viajou junto, então é atenção redobrada e pressa em mandar tudo pro jornal em primeiro lugar!
Outra coisa que irrita é quando as pessoas acham que minhas viagens a trabalho são uma espécie de descanso, e ainda dizem coisas do tipo “que emprego bom!” ou “Queria um emprego assim!”. Não vou falar mal do meu emprego, nem das minhas viagens, mas como eu disse, elas não são a oitava maravilha. As viagens cansam, e muito. Além do roteiro apertado, ele começa bem cedo, e termina bem tarde, o que significa dormir pouco em toda a viagem. E ainda se cansar por ter que ir pra aeroporto, pegar avião, pegar mala, pegar táxi, etc etc etc. E muitas vezes, chegar de viagem e ir trabalhar.
Resumindo, press trips não são férias. São legais, claro, me divirto bastante, mas fico MUITO cansada também. Até por que, antes de tudo, são viagens a trabalho.
Manifesto Digital, ou “Por que sou a favor do download desenfreado de músicas e vídeos gratuitamente”
Em abril deste ano, o gupo PirateBay foi condenado na Suécia por quebra de direitos autorais. O PirateBay é um site de torrent, que disponibiliza músicas, vídeos e outros arquivos para serem baixados de graça por internautas de qualquer lugar. Apesar dele ter sido condenado há meses, o site ainda está de pé, livre, leve e solto. E ainda há, no site do grupo, um link “Legal Threats“, onde eles listam todas as ameaças já recebidas, de empresas como Sega, Microsoft, EA, Dream Works, Apple etc. Achei a maneira como isso é colocada bastante divertido, com direito a frase “0 torrents has been removed, and 0 torrents will ever be removed” no final da página.
Isso me leva a conclusão que esse tribunal que condenou o PirateBay (e muitos outros que combatem o download livre na internet) deu um belo dum tiro no pé. E por duas razões: a primeira é que não importa se condenarem todos os sites de downloads da internet, sempre nascerão outros e mais outros. A segunda é que eu não acredito que o download gratuito de mp3 e vídeos prejudique a indústria cinematográfica e fonográfica. Na verdade eu acho que colabora em alguns aspectos! Vejam meu raciocínio:
Me tomarei como exemplo. Quando era mais nova, e não existia esse boom de internet, MP3 e derivados, eu quase não ouvia música. Só ouvia quando passava no rádio, ou quando pegava um cd com alguém. Ou então os videoclips da MTV. Mas só. Nunca fui de comprar CDs. Só se eu fosse mesmo fã do artista (comprei 2 CDs de Chiquititas na infância =x). E porque? Por que fã gosta de ter o material produzido pelo ídolo. Sempre. Isso não muda.
Hoje em dia meu repertório de músicas é maior. Se escuto algo interessante na TV ou no rádio, corro pra baixar. Se eu gosto, continuo baixando. Se gosto a ponto de virar fã, eu compro o original. Porém, se eu não tivesse a liberade de poder fazer o download ilimitado de coisas que me chamam a atenção, eu continuaria sem conhecer bastante coisa e consequentemente sem comprar o que realmente ne interessa. Não faz diferença o E-Book de Harry Potter estar disponível na internet de graça. Eu quero os livros. E daí que eu baixei todos os capítulos da minha série favorita? Eu quero o box com todos os DVDs originais.
Mita coisa que compro e movimento hoje em dia é fruto de um primeiro contato, gratuito, na internet. Ou seja, se não houvesse torrents e p2p por aí, eu talvez não consumisse metade do que consumo hoje em dia. Não ficaria sabendo de metade dos filmes que vou ver no cinema. A internet potencializa o poder do artista e da obra. Multiplica o acesso. Quem conheceria a Stefhany (linda e absoluta) se não fosse a internet? Ela ganharia o dinheiro que ganha hoje com os comerciais e aparições que faz? Vários artistas surgem da internet, e mesmo os que não vem dela, ganham muitos fãs por causa dela.
Não adianta condenar sites de trocas de arquivo. Eles não vão sumir nunca (acho que todo internauta é um provedor de arquivos em potencial… eu mesmo tenho uma dezena de arquivos aqui que posso partilhar na net). E são eles que ajudam os artistas a virarem ídolos.


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